Nada de aumento real de salário. Nada de aumento real sobre os pisos. Nada de melhoria da PLR. Nada sobre emprego. Nada de avanços para a saúde dos trabalhadores. Nada de melhorar as condições de trabalho. Nada que aponte para o fim das metas abusivas e do assédio moral. Nada para melhorar a segurança bancária. E nada para promover a igualdade de oportunidades. A proposta apresentada na quinta-feira (05/09) pela Fenaban ao Comando Nacional dos Bancários é de apenas reajuste de 6,1% (reposição da inflação prevista) sobre os salários, os pisos, a PLR e demais verbas de caráter salarial.
Indagados pelos representantes dos bancários se essa era a última proposta, os negociadores da Fenaban responderam que "é a proposta final, pra fechar acordo", e que não há mais como avançar porque a categoria bancária já tem a melhor Convenção Coletiva do país.
O Comando Nacional rejeitou a proposta já na mesa de negociação e aprovou um calendário de luta que aponta para a realização de assembleias na próxima quinta-feira (12/09), em todo país para aprovar greve a partir do dia 19, se até lá os bancos não apresentarem uma nova proposta que contemple as expectativas da categoria.
Para o presidente do Sindbancários, Mauro Salles, essa proposta soa como “indecente”. “Só não é frustrante porque os bancários já conhecem a postura dos banqueiros que estão de costas para a sociedade e para os bancários. Estão cutucando os bancários com vara curta e a categoria vai dar a resposta. É hora de acelerar a construção da greve”, diz Mauro.
Indagados pelos representantes dos bancários se essa era a última proposta, os negociadores da Fenaban responderam que "é a proposta final, pra fechar acordo", e que não há mais como avançar porque a categoria bancária já tem a melhor Convenção Coletiva do país.
O Comando Nacional rejeitou a proposta já na mesa de negociação e aprovou um calendário de luta que aponta para a realização de assembleias na próxima quinta-feira (12/09), em todo país para aprovar greve a partir do dia 19, se até lá os bancos não apresentarem uma nova proposta que contemple as expectativas da categoria.
Para o presidente do Sindbancários, Mauro Salles, essa proposta soa como “indecente”. “Só não é frustrante porque os bancários já conhecem a postura dos banqueiros que estão de costas para a sociedade e para os bancários. Estão cutucando os bancários com vara curta e a categoria vai dar a resposta. É hora de acelerar a construção da greve”, diz Mauro.
Arnoni Hanke, representante da Fetrafi-RS no Comando Nacional dos Bancários, afirma que os banqueiros mais uma vez ignoram a categoria, que é a grande responsável pelo crescimento do setor. “Nossa resposta será com fortes mobilizações e greve até que nossas reivindicações sejam atendidas”, diz o dirigente.
Veja o calendário de luta dos Bancários:
12 de setembro- Assembleias em todo o país para rejeitar a proposta e decretar greve por tempo indeterminado a partir do dia 19.
17- Todos a Brasília para pressionar os deputados federais durante a audiência pública sobre o PL 4330 no plenário da Câmara.
18- Assembleia organizativa para encaminhar a greve.
19- Deflagração da greve nacional dos bancários por tempo indeterminado.
12 de setembro- Assembleias em todo o país para rejeitar a proposta e decretar greve por tempo indeterminado a partir do dia 19.
17- Todos a Brasília para pressionar os deputados federais durante a audiência pública sobre o PL 4330 no plenário da Câmara.
18- Assembleia organizativa para encaminhar a greve.
19- Deflagração da greve nacional dos bancários por tempo indeterminado.


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