A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira, dia 11 de junho, a operação Teseu para desarticular uma quadrilha especializada na venda, falsificação e fraude da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Estado. Devem ser cumpridos 65 mandados de buscas e 28 de condução coercitiva (encaminhamento à Delegacia de Polícia para prestar esclarecimentos) em 24 municípios gaúchos.
De acordo com um dos coordenadores da ofensiva, delegado Guilherme Wondracek, o grupo facilitava a obtenção de CNHs com ajuda de servidores públicos e particulares. Em entrevista à Rádio Guaíba, o delegado explicou que as carteiras confecionadas pela quadrilha eram verdadeiras, mas o processo, irregular.
O delegado informou que as investigações, que já duram um ano e sete meses, começaram por solicitação do próprio Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS). "O Detran verificou que havia problemas em alguns de seus orgãos e, através da Corregedoria, solicitou a nossa participação," destacou. Segundo Wondracek, a fraude contava com a participação de alguns Centros de Formação de Condutores (CFCs).
A operação é coordenada pela Delegacia Fazendária (Defaz), por meio dos delegados Joerberth Pinto Nunes e Daniel Mendelski, e também pelo Gabinete de Inteligência e Assuntos Estratégicos, via delegado Emerson Wendt. Se indiciados, os suspeitos podem responder por corrupção ativa, corrupção passiva, fé pública e formação de quadrilha.
O nome da operação é uma alusão ao semideus da mitologia Grega que matou o Minotauro, monstro metade touro e metade homem. (Fonte: Correio do Povo).
De acordo com um dos coordenadores da ofensiva, delegado Guilherme Wondracek, o grupo facilitava a obtenção de CNHs com ajuda de servidores públicos e particulares. Em entrevista à Rádio Guaíba, o delegado explicou que as carteiras confecionadas pela quadrilha eram verdadeiras, mas o processo, irregular.
O delegado informou que as investigações, que já duram um ano e sete meses, começaram por solicitação do próprio Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS). "O Detran verificou que havia problemas em alguns de seus orgãos e, através da Corregedoria, solicitou a nossa participação," destacou. Segundo Wondracek, a fraude contava com a participação de alguns Centros de Formação de Condutores (CFCs).
A operação é coordenada pela Delegacia Fazendária (Defaz), por meio dos delegados Joerberth Pinto Nunes e Daniel Mendelski, e também pelo Gabinete de Inteligência e Assuntos Estratégicos, via delegado Emerson Wendt. Se indiciados, os suspeitos podem responder por corrupção ativa, corrupção passiva, fé pública e formação de quadrilha.
O nome da operação é uma alusão ao semideus da mitologia Grega que matou o Minotauro, monstro metade touro e metade homem. (Fonte: Correio do Povo).
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